estive a olhar para ti
por longos tempos sem conto
como em histórias que não são daqui
por um caminho que hoje não encontro
saudosas noites de luar
partilhadas na ignorancia de saber
cego por esse brilhar
que ainda hoje gosto sem querer
perguntas sem uma só resposta
monólogo de uma pessoa apenas
de quem a cabeça no ombro encosta
imaculado como açucenas
assim se espera cedo pensar
puro de ideias e pensamentos
com uma mente vazia como o mar
repleta de bons momentos
porque são esses que se guardam
quando não há mais para partilhar
perdidos na memoria ficaram
eternamente noutro lugar
e assim esqueço o que aconteceu
escrevo na mente uma folha vazia
fecho a sete chaves tudo o que é teu
dando passos largos para a utopia
Showing posts with label starry night. Show all posts
Showing posts with label starry night. Show all posts
Monday, June 06, 2011
Wednesday, May 25, 2011
Saudade
olho as luzes da cidade
com os seus padrões iluminados
lembro com grande saudade
momentos da terra dos fados
em dias em que o sol brilhou
muitas foram as emoções
algumas a minha mente guardou
outras não chegaram a recordações
outros dias menos felizes
com gotas de chuva nas janelas
lembro palavras que já não dizes
percorro a memória à procura delas
e se tiveres mesmo mudada
se achas que o passado foi um engano
penso eu que estas errada
nesse comum acto humano
lembro tanto essa palavra só nossa
cravada na lingua portuguesa
esperando que cedo também possa
matar saudades da tua beleza
e se para isso tiver de correr
ou por longas distâncias viajar
nada me vai impedir de te ver
nem força alguma de te abraçar
com os seus padrões iluminados
lembro com grande saudade
momentos da terra dos fados
em dias em que o sol brilhou
muitas foram as emoções
algumas a minha mente guardou
outras não chegaram a recordações
outros dias menos felizes
com gotas de chuva nas janelas
lembro palavras que já não dizes
percorro a memória à procura delas
e se tiveres mesmo mudada
se achas que o passado foi um engano
penso eu que estas errada
nesse comum acto humano
lembro tanto essa palavra só nossa
cravada na lingua portuguesa
esperando que cedo também possa
matar saudades da tua beleza
e se para isso tiver de correr
ou por longas distâncias viajar
nada me vai impedir de te ver
nem força alguma de te abraçar
Tuesday, May 24, 2011
Bruma
por vezes vejo pedaços que não conheço
ocultos nessa bruma densa,
negra que me cega
vejo que estão longe do que és
mas tão perto que são inegavelmente teus
perdido em comparações de ser que sempre pensa
pensamento para monólogo de quem não prega
sabedoria que deixa o mundo a meus pés
guardando apenas e só momentos meus
egoísmo puro e duro
suportado pela intolerância de gostar
de pensar sequer em dar um pouco de si
escondo-me nesse canto tão escuro
que me impede de te ver de te olhar
de dizer as palavras gosto de ti.
e nesta confusão que baralha qualquer mente
esqueço as palavras que ficam por dizer
fico mudo sem sentir que sou gente
ignoro todo e qualquer sinal que queiras mostrar
porque ao meu lado tantas vezes te quero ter
mesmo que seja apenas para te ouvir falar
ocultos nessa bruma densa,
negra que me cega
vejo que estão longe do que és
mas tão perto que são inegavelmente teus
perdido em comparações de ser que sempre pensa
pensamento para monólogo de quem não prega
sabedoria que deixa o mundo a meus pés
guardando apenas e só momentos meus
egoísmo puro e duro
suportado pela intolerância de gostar
de pensar sequer em dar um pouco de si
escondo-me nesse canto tão escuro
que me impede de te ver de te olhar
de dizer as palavras gosto de ti.
e nesta confusão que baralha qualquer mente
esqueço as palavras que ficam por dizer
fico mudo sem sentir que sou gente
ignoro todo e qualquer sinal que queiras mostrar
porque ao meu lado tantas vezes te quero ter
mesmo que seja apenas para te ouvir falar
Monday, May 23, 2011
Pedra quebrada
neste pedaço de papel guardo
memórias copiadas dessa pequena pedra
que foi em tempos mais que um fardo
diamante que sem cuidado também quebra
longas noites passadas sem dormir
apenas com o intuito de te ver
perdida num sonho a sorrir
reencontraste a alegria de viver
alma fria magoada sem paixão
esquecida de mimo doce como mel
perdida nos versos de uma canção
que traz arrepios à flor da pele
nos tempos em que provei o teu sabor
nas noites em que um beijo foi pouco
dei ao teu sangue o calor
teu ser amei como louco
e se errei quando o fiz
se não o devia ter feito
nesses tempos sei que fui feliz
nessas noites perdido no teu leito
mas a memória nem sempre permanece
e já não te deves lembrar da canção
aquela que a minha mente jamais se esquece
pois trouxe à boca o coração
memórias copiadas dessa pequena pedra
que foi em tempos mais que um fardo
diamante que sem cuidado também quebra
longas noites passadas sem dormir
apenas com o intuito de te ver
perdida num sonho a sorrir
reencontraste a alegria de viver
alma fria magoada sem paixão
esquecida de mimo doce como mel
perdida nos versos de uma canção
que traz arrepios à flor da pele
nos tempos em que provei o teu sabor
nas noites em que um beijo foi pouco
dei ao teu sangue o calor
teu ser amei como louco
e se errei quando o fiz
se não o devia ter feito
nesses tempos sei que fui feliz
nessas noites perdido no teu leito
mas a memória nem sempre permanece
e já não te deves lembrar da canção
aquela que a minha mente jamais se esquece
pois trouxe à boca o coração
Tuesday, May 10, 2011
Manto branco
morde-me como ontem fizeste nesse imenso manto branco que foi nosso leito de pecado. um beijo decotado junto ao peito devorado por caricias arrepiantes. qual animal de duas costas, gente amarrada sem pudor de dar prazer, de roubar tudo por ter direito, de nada dar por ter dever. não negues o dom de possuir, ser de duas faces transmutado do dia para noite, fria, negra, nesse manto branco onde o calor de dois corpos se confunde com algo que chamamos de amor.
Wednesday, April 20, 2011
Primeira Pessoa do Pretérito Imperfeito
esteve em dias a lua no teu umbigo
como em dias estive também perdido
em noites que passaste comigo
em noites que fui teu porto de abrigo
por longos caminhos em busca de um segundo
apenas um só minuto na tua companhia
todos os dias corri o teu mundo
na esperança de te devolver a alegria
essa que há muito foi destruída
por todas e mais uma razão
por pessoas que habitam a tua vida
mas que mostram não ter coração
por isso andas só nos teus pensamentos
não vês a beleza de uma rosa
perdes tão belos momentos
seja em poema seja em prosa
pois em letras me desfaço
com elas procuro o que perdi
tenho de admitir com embaraço
a minha vida não faz sentido sem ti
como em dias estive também perdido
em noites que passaste comigo
em noites que fui teu porto de abrigo
por longos caminhos em busca de um segundo
apenas um só minuto na tua companhia
todos os dias corri o teu mundo
na esperança de te devolver a alegria
essa que há muito foi destruída
por todas e mais uma razão
por pessoas que habitam a tua vida
mas que mostram não ter coração
por isso andas só nos teus pensamentos
não vês a beleza de uma rosa
perdes tão belos momentos
seja em poema seja em prosa
pois em letras me desfaço
com elas procuro o que perdi
tenho de admitir com embaraço
a minha vida não faz sentido sem ti
Friday, April 15, 2011
Tardes de Inverno
a lembrança de procurar debaixo da pele, pedaços de ti que já não tenho, vestígios de noites em que nos escondemos debaixo de estrelas, pontos luminosos do céu que um dia foi meu. um dia terei, farei, direi palavras, meros instrumentos que tocam tão fundo, tão dentro de ti, onde mais ninguém ou alguém ousa possuir o dom de sentir. prende-me, não te peço mais, não te peço menos que aquilo que sei que queres, não invoco saudades, tempo ou espaço, não peço perdão, piedade ou pena, sentimentos feios num mundo quebrado de tanto ódio e pouca bondade.
esse bem que se encontra perdido, imaculado em pétalas de magnólia que vimos em tardes de inverno, estação triste e cinzenta lutando incessantemente contra os teus sorrisos, contra o meu olhar deliciado na tua imagem, vidrado em transformar segundos de bem em minutos de eternidade. passo essa eternidade sozinho, à espera que acordes e abras os olhos, que vejas em teu redor mais do que um quarto escuro e sombrio, que vejas mais do que uma pessoa, um ser, uma alma lutando para sobreviver vivendo num mundo que nada oferece, apenas dá aquilo que não queremos, somente ignora os desejos mais profundos de uma noite passada entre lençois e o quente da tua pele, o teu doce respirar, calmo e profundo depois de teres sido minha, depois do adeus, depois de tudo o que ficou guardado em memórias de folhas brancas. não prometo sorrisos, não quero dar mais do que o que tenho, não quero nada, apenas um pouco de nada, um pouco de tudo o que tens para me dar.
esse bem que se encontra perdido, imaculado em pétalas de magnólia que vimos em tardes de inverno, estação triste e cinzenta lutando incessantemente contra os teus sorrisos, contra o meu olhar deliciado na tua imagem, vidrado em transformar segundos de bem em minutos de eternidade. passo essa eternidade sozinho, à espera que acordes e abras os olhos, que vejas em teu redor mais do que um quarto escuro e sombrio, que vejas mais do que uma pessoa, um ser, uma alma lutando para sobreviver vivendo num mundo que nada oferece, apenas dá aquilo que não queremos, somente ignora os desejos mais profundos de uma noite passada entre lençois e o quente da tua pele, o teu doce respirar, calmo e profundo depois de teres sido minha, depois do adeus, depois de tudo o que ficou guardado em memórias de folhas brancas. não prometo sorrisos, não quero dar mais do que o que tenho, não quero nada, apenas um pouco de nada, um pouco de tudo o que tens para me dar.
Wednesday, January 19, 2011
Eterno cansaço
há dias, pouco mais de uma semana, fui para os lados de lisboa ter com uma moça, obra do acaso e de muita conversa, alguns momentos partilhados no meio de loucuras e devaneios. tive a oportunidade de conhecer duas pessoas nesse dia, uma que se destacou pela loucura e pelo easy talking, outra que se fez notar pelos olhos, pensar noutro lugar e um certo cansaço. certo que todos temos direito a estar cansados às vezes mas, com uma eternidade para descansar torna-se um desperdício de tempo e de vida. nem sempre os dias nos dão para andar aí a espalhar charme, sorrisos e pitadas de energia, dizer bom dia e boa tarde a quê nos olha de alto a baixo, ser "uma senhora do adeus" que largou o saldanha ou qualquer outro sítio onde espalhasse tamanha boa disposição, para a doar em largas quantidades pelos locais onde gasta tão precioso tempo que é o seu dia. o tempo desse dia conheceu então o seu fim e as duas pessoas seguiram o seu caminho, uma louca de tão bom sentido, outra de olhos brilhantes sem o luzir de outros tempos, cansada sem a energia de outras épocas, mas com a essência de sempre, que eu não conheço mas que sei que nunca se perde. por vezes é apenas isso que é preciso, lembrar-se que há valor para dar e para vender, há "adeuses", sorrisos e línguas para deitar fora, que há dias que por muito maus ou bons que sejam, existirá sempre um sorriso amigo, da mana ou do mano, ou até da amiga louca se ela estiver por perto, para nos fazer pensar que a vida tem coisas boas, muito boas, que adoramos e nos lembramos não a cada segundo que passa, nem quando precisamos, mas quando sentem que precisamos desse carinho. não sei se vale a pena tudo o que escrevi, se te vai deixar bem disposta, mas no final de tudo e resumindo muito sinteticamente toda a ideia...
smile :)
PS - para a outra pessoa caso leia tudo isto, eu adoro ser louco por isso contínua a ser louca :)
smile :)
PS - para a outra pessoa caso leia tudo isto, eu adoro ser louco por isso contínua a ser louca :)
Thursday, January 13, 2011
Desassossego
a noite que passou pode dizer-se que foi um desassossego... pela primeira vez no meu historial de condutor aventurei-me pelas ruas de lisboa. olhei para o mapa, fiz o meu percurso, pedi conselhos e lá fui eu feliz da vida por essa A1 a fora. pelo meio do caminho ouvi na radio a notícia que vergou a minha felicidade. "jogo do benfica em casa esta noite"... estando eu a pensar espalhar charme e boa condução pela segunda circular, após esta notícia, todas as minhas aspirações caíram por terra. então pensei, vou à volta! e que volta essa! conheci tudo e mais alguma coisa na periferia da nossa capital, encontrei obras e mais obras, ic's foram mais que muitos e fui largar uns centimos na crel. quando cheguei ao destino estava do lado errado da estrada. se aqui cheguei depois de tantas dificuldades e como já vem sendo hábito, hei de estacionar à porta, eu estaciono sempre à porta! depois de mais umas voltas por caminhos que não fazia ideia que existiam lá cheguei ao destino... e sim, estacionei mesmo à porta!
após uma hora e meia de desassossego perdi-me por lisboa...
após uma hora e meia de desassossego perdi-me por lisboa...
Monday, January 10, 2011
José e Pilar
"a minha única missão é ser feliz e fazer aquilo em que acredito"
enquanto a manhã passava fui ouvindo uma hora de radio... radio radar, emissora desconhecida revelada por uma alma repleta de bom gosto. durante esses cinquenta e oito minutos ouvi falar do documentário "José & Pilar", ao qual já dediquei tempo e atenção, quer para o ver num dos poucos cinemas onde foi exibido, quer para escrever aqui no blog. pode parecer algo repetitivo, voltar a chamar o assunto à atenção de quem lê, ouve e vê, por sentir que devo partilhar aquilo em que acredito e com que concordo. há várias ideias partilhadas num filme completamente "amoral", onde o amor das nossas vidas aparece tarde mas a boas horas, onde a morte não mete medo, onde não há descanso porque para isso temos a eternidade, onde 86 anos parecem não pesar nas pernas de quem quase toca o centenário. é irónico olhar para um mundo de gente jovem e cansada, gente que perdeu o animo e a esperança, para depois ver que o pessimismo é que cria tudo isso e que uma mente aberta pode virar o mundo ao contrário.
mente aberta que não temos por cá, neste país em que tudo corre mal porque tem de correr, onde só depois de morto ou quando se tem sucesso além mares é que se merece respeito e devoção. onde tudo o que é nacional é mau, esse patriotismo repleto de estigmas, marcas profundas de mau gosto mesquinho. tenho o hábito de dizer que as pessoas não mudam, mas as mentalidades devem e têm de mudar. em tudo há coisas más, e nesse tudo também terá de existir algo de bom. parece que existem demasiadas generalizações de acontecimentos e factos, parece que não há lugar a excepções, parece que não existe vontade de dar um passo, que é melhor permanecer parado num cruzamento sem escolher um caminho, porque escolher dá trabalho, pode trazer problemas... se estou parado e não tenho dificuldades, assim ficarei até que a eternidade decida colocar problemas à porta da minha casa, mas se ela não os levantar à altura dos meus olhos farei por não ver e continuarei parado. não existe um espirito empreendedor, um querer partir à aventura por algo melhor, aprender, inovar, tudo isso são ideias fora do dicionário e da mente do comum lusitano.
enquanto não houver lugar a crença, enquanto não existir coragem e paixão pelo que se faz seremos sempre portugueses.
portugueses pregados com grandes estacas ao passado, a poemas que contam uma história sobrevalorizada, o fado que apenas é interpretado como tristeza em vez de ser uma ode à alegria, a impérios de sonhos... quarto, quinto? pouco importa se esses sonhos já não existem, se isso é algo em que ninguém acredita, pois o desconhecido mete medo, medo que não deixa avançar, que não deixa perceber que o desconhecido até pode ser o lugar onde está o melhor que nos pode acontecer.
enquanto a manhã passava fui ouvindo uma hora de radio... radio radar, emissora desconhecida revelada por uma alma repleta de bom gosto. durante esses cinquenta e oito minutos ouvi falar do documentário "José & Pilar", ao qual já dediquei tempo e atenção, quer para o ver num dos poucos cinemas onde foi exibido, quer para escrever aqui no blog. pode parecer algo repetitivo, voltar a chamar o assunto à atenção de quem lê, ouve e vê, por sentir que devo partilhar aquilo em que acredito e com que concordo. há várias ideias partilhadas num filme completamente "amoral", onde o amor das nossas vidas aparece tarde mas a boas horas, onde a morte não mete medo, onde não há descanso porque para isso temos a eternidade, onde 86 anos parecem não pesar nas pernas de quem quase toca o centenário. é irónico olhar para um mundo de gente jovem e cansada, gente que perdeu o animo e a esperança, para depois ver que o pessimismo é que cria tudo isso e que uma mente aberta pode virar o mundo ao contrário.
mente aberta que não temos por cá, neste país em que tudo corre mal porque tem de correr, onde só depois de morto ou quando se tem sucesso além mares é que se merece respeito e devoção. onde tudo o que é nacional é mau, esse patriotismo repleto de estigmas, marcas profundas de mau gosto mesquinho. tenho o hábito de dizer que as pessoas não mudam, mas as mentalidades devem e têm de mudar. em tudo há coisas más, e nesse tudo também terá de existir algo de bom. parece que existem demasiadas generalizações de acontecimentos e factos, parece que não há lugar a excepções, parece que não existe vontade de dar um passo, que é melhor permanecer parado num cruzamento sem escolher um caminho, porque escolher dá trabalho, pode trazer problemas... se estou parado e não tenho dificuldades, assim ficarei até que a eternidade decida colocar problemas à porta da minha casa, mas se ela não os levantar à altura dos meus olhos farei por não ver e continuarei parado. não existe um espirito empreendedor, um querer partir à aventura por algo melhor, aprender, inovar, tudo isso são ideias fora do dicionário e da mente do comum lusitano.
enquanto não houver lugar a crença, enquanto não existir coragem e paixão pelo que se faz seremos sempre portugueses.
portugueses pregados com grandes estacas ao passado, a poemas que contam uma história sobrevalorizada, o fado que apenas é interpretado como tristeza em vez de ser uma ode à alegria, a impérios de sonhos... quarto, quinto? pouco importa se esses sonhos já não existem, se isso é algo em que ninguém acredita, pois o desconhecido mete medo, medo que não deixa avançar, que não deixa perceber que o desconhecido até pode ser o lugar onde está o melhor que nos pode acontecer.
Sunday, January 09, 2011
A tua face, o meu pensar
Hoje acordei com a tua face no meu pensar, doce e linda, meiga e feliz, tão pura como o luar. Podia ver os teus olhos cintilar, como duas esmeraldas, ou diamantes... Duas pedras preciosas que não paravam de me olhar. Tentei roubar um beijo, roubar um toque na pele de veludo, uma doce carícia, era esse o meus mais puro desejo, que me desses tudo, mas nem com toda a perícia o consegui roubar. Para ficar feliz, voltaste para os meus braços, abraçaste-me com força, colocaste o meu peito junto do teu, disseste sou tua sou eu quem te diz, demos pequenos passos na direcção do teu leito e fizemos amor como nunca tinhamos feito.
Subscribe to:
Posts (Atom)